Módulo de maturidade do Órbita e matriz de permissões do Azure DevOps. Acesso restrito à equipe de governança.
Ambiente de demonstração. A validação acontece no próprio navegador e não substitui autenticação corporativa.
Duas iniciativas independentes no mesmo lugar. As telas de Configuração e Simulador tratam do módulo de maturidade do Órbita. A Matriz de permissões trata do modelo de segurança do Azure DevOps. Tudo que você editar fica salvo neste navegador.
O peso da dimensão define quanto ela vale no score geral. O ponto por criticidade define como esse peso se distribui entre os indicadores ativos dentro da dimensão. Dimensão sem nenhum indicador ativo sai do cálculo e seu peso é redistribuído entre as demais.
Digite qualquer valor. Se a soma não fechar 100, a página normaliza e mostra o peso efetivo ao lado.
Quanto um indicador pesa dentro da própria dimensão. Aumentar o ponto de bloqueante concentra o score nos desvios graves; igualar os três trata todo indicador da mesma forma.
Aplicadas ao score geral e a cada nota de dimensão, e usadas pela trava de confiabilidade no simulador.
A mesma fórmula vale para qualquer configuração montada acima e é a que o simulador executa.
Indicador sem base elegível no período (zero itens no denominador) sai do cálculo: não penaliza nem premia. Mantém-se o corte de 01/01/2026 já usado hoje pelo Órbita. Trava de confiabilidade: quando a nota de Conformidade de Campos ou de Fluxo cai abaixo do limite vermelho, as abas Performance e Visão 360 daquele time exibem aviso de dado não confiável.
Quem pode fazer o quê, por cargo. Clique em qualquer célula para percorrer os quatro estados que a tela de segurança do Azure DevOps oferece de verdade. O modelo assume grupos de segurança por squad, adicionados a todos os projetos daquele squad, e licença Basic para todos os perfis.
Clique avança o estado. Segure Shift e clique para voltar. Negar vence herança no Azure DevOps: é o único estado que bloqueia mesmo quando o usuário está em outro grupo que permite.
Exclusão só do Coordenador para cima. Coordenador e Gerente mandam item para
a lixeira. A exclusão permanente fica só com o administrador da organização.
Diretor e CTO são leitura. Enxergam tudo, não operam o board. Quem opera é Gerente,
Coordenador e Squad Leader.
Acesso entre projetos por exceção. Reader concedido sob solicitação aprovada pelos
coordenadores, não por padrão.
Licença Basic para todos. Stakeholder não entra no modelo.
São duas camadas, não uma. A permissão Edit work items in this node (linha
WI-02) é a porta de entrada: sem ela a pessoa não cria nem edita nada, e ela não distingue tipo
nenhum. O bloco de criação por tipo age em cima de quem já passou por essa porta, e só
controla criação. Tirar o WI-02 da matriz deixaria a edição sem dono: é ele que impede o Diretor
e o CTO de mexerem em item de trabalho.
O bloqueio por tipo é feito por regra do process template: uma regra que restringe a
transição para a categoria de estado Proposed, condicionada a Current user is a member
of group, desabilita a criação daquele tipo para aquele grupo. É o caminho documentado pela
Microsoft e é o que sustenta o bloco de criação por tipo desta matriz.
Consequência prática: essas linhas são configuradas em Organization Settings › Process, uma regra
por tipo, não em Project Settings › Permissions. Valem para toda a organização, não por projeto.
A linha Ignorar regras do processo ao salvar anula tudo isso: quem tem essa permissão fura
o template inteiro sem deixar rastro na tela de segurança.
Repos e Pipelines não entram. Quem gerencia repositório, branch policy,
pipeline, ambiente e service connection é o time de infraestrutura. Esta matriz cobre apenas o
que a governança administra: estrutura do projeto, itens de trabalho, criação por tipo, área e
iteração.
Onde cada bloco se configura. Projeto e organização: Project Settings › Permissions e
Organization Settings. Itens de trabalho: Project Settings › Project configuration › Areas, aba
Security de cada nó. Criação por tipo: Organization Settings › Process, uma regra por tipo.
Área e iteração: Project Settings › Project configuration.
A linha em rosa abaixo de cada permissão traz o nome exato em inglês, do jeito que aparece na
tela do Azure DevOps.
O arquivo HTML não carrega suas configurações junto: elas ficam no navegador de quem abriu. Para outra pessoa ver o que você montou, envie o HTML mais o arquivo de configuração gerado aqui, e peça para ela importar nesta mesma tela.
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